
Sem vencer desde 14 de agosto, data da abertura do segundo turno, o Grêmio busca reabilitação contra o Palmeiras, neste domingo, na Arena. Será a chance de apagar a imagem de fragilidade passada pela equipe em duas derrotas consecutivas, contra Botafogo e Coritiba.
Goleado no Couto Pereira, o time afastou-se do G-4 e agora precisará de pelo menos duas rodadas para voltar a ele. Por coincidência, Santos e Corinthians, que estão na frente na tabela de classificação, irão se enfrentar à tarde. O empate entre os dois é o melhor resultado.
As mudanças táticas feitas por Roger Machado a partir da saída do meia Giuliano já sofrem contestações. Sem Maicon, lesionado, fica comprometida a eficiência do sistema com três volantes.
Por isso, a tendência é a retomada do modelo antigo, com três jogadores na armação e liberdade de ação para Luan. O jogo marca a volta de Bolaños, que estava na seleção equatoriana.
O setor defensivo também apresenta falhas. Inseguro, o lateral-esquerdo Marcelo Oliveira tem sua titularidade contestada por quem vê o argentino Kannemann mais preparado para a função.
Com quatro vitórias e um empate nas cinco últimas partidas, o Palmeiras já se credencia como mais forte candidato ao título.
Neste domingo, já contará com Gabriel Jesus na plenitude da condição física, o que não ocorreu contra o São Paulo, jogo em que deixou o campo antes do encerramento.
Um dos pontos altos do time são os cruzamentos altos, um dos aspectos em que o Grêmio mais deixa a desejar - já foram 26 gols sofridos dessa forma em 2016.
GRÊMIO
Marcelo Grohe; Edílson, Geromel, Wallace Reis e Marcelo Oliveira; Ramiro, Walace, Jaílson e Douglas; Bolaños e Luan.
Técnico: Roger Machado.
PALMEIRAS
Jailson; João Pedro, Edu Dracena, Vitor Hugo e Zé Roberto; Gabriel, Tchê Tchê, Moisés e Allione; Dudu e Gabriel Jesus.
Técnico: Cuca.
A arbitragem fica por conta de Emerson de Almeida Ferreira, auxiliado por Luiz Antonio Barbosa e Marconi Helbert Vieira (trio mineiro).
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