Os primeiros minutos obedeceram um roteiro que já se previa. Com muita técnica, o Palmeiras avançava em rápidas trocas de passes, enquanto o Grêmio, sem a preocupação da posse de bola, pouco se expunha. Nada anormal, em se tratando de um confronto entre uma equipe de estilo ofensivo, que lidera o Brasileirão, e outra que recém tenta se reorganizar. O torcedor parecia entender essas diferenças e não apressava o Grêmio.
A oito minutos, Gabriel Jesus livrou-se de Kannemann e serviu a Zé Roberto, que concluiu por cima. Mas, ainda que respeitasse o poderio do adversário, o Grêmio não abdicava de atacar. E só não marcou aos 14 minutos porque Pedro Rocha atrapalhou-se no lançamento de Douglas e deixou que Mina cortasse.
O jogo, aos poucos, adquiria uma nova característica. Com seus passes, Douglas comandava o crescimento do Grêmio. Em deslocamentos, Luan assustava a marcação e sofria com a sequência de faltas. O Palmeiras só voltaria a assustar a 30 minutos, em chute alto de Roger Guedes que Grohe defendeu.
A 32 minutos, Douglas, quase de carrinho, fez abertura na direita para Ramiro. Com lucidez e técnica apurada, o volante acertou um chute por cobertura, indefensável para Jailson. O Grêmio fazia 1 a 0 e passava a viver seu melhor momento na partida.
A marcação era adiantada, mas não havia espaço para os contra-ataques do Palmeiras porque Walace, Geromel e Kannemann tinham a intuição para sair do lugar e bloquear os avanços de Moisés, Roger Guedes e Gabriel Jesus. O controle do jogo era absoluto e nem mesmo a maior posse de bola o Palmeiras conseguia conservar.
A 44 minutos, Luan bateu falta da esquerda, Geromel pulou mais alto do que Mina, mas seu cabeceio acertou o travessão. Na volta, Pedro Rocha empurrou de cabeça para a rede. E ainda houve a chance do terceiro. Walace disparou pela direita e serviu a Luan, que chutou ao lado da trave esquerda.
O ritmo foi mantido no começo da segunda etapa. Num único lance, Walace arrematou duas vezes, dentro da área. O Grêmio parecia disposto a consolidar uma vantagem que lhe daria folga no jogo de volta. Só que havia uma equipe mais aguda do outro lado, com a troca de Gabriel por Leandro Pereira. E foi o centroavante quem preparou a jogada que resultou no pênalti de Marcelo Grohe sobre Gabriel Jesus. Na cobrança, Zé Roberto descontou com um chute rasteiro.
O Grêmio seguiu ocupando o campo do Palmeiras. A tentativa seguinte foi de Luan, de longe, mas Jailson pegou. Aos 20 minutos, o árbitro Claudio Francisco Lima e Silva errou em não marcar falta de Gabriel Jesus sobre Edílson quando o lateral ingressava na área. A Arena inteira lamentou o gol perdido por Luan, a 25 minutos, em passe de Pedro Rocha.
Cuca quase pedia a seu time para que não avançasse. Com o gol marcado fora, apostava cada vez mais na estratégia de apostar em possíveis erros de marcação dos quais Dudu, Roger Guedes e Gabriel Jesus pudessem tirar proveito. Lucas Barrios teve a chance de empatar aos 41 minutos, mas Grohe salvou. Ficou tudo para o Alianz Parque.
O jogo, aos poucos, adquiria uma nova característica. Com seus passes, Douglas comandava o crescimento do Grêmio. Em deslocamentos, Luan assustava a marcação e sofria com a sequência de faltas. O Palmeiras só voltaria a assustar a 30 minutos, em chute alto de Roger Guedes que Grohe defendeu.
A 32 minutos, Douglas, quase de carrinho, fez abertura na direita para Ramiro. Com lucidez e técnica apurada, o volante acertou um chute por cobertura, indefensável para Jailson. O Grêmio fazia 1 a 0 e passava a viver seu melhor momento na partida.
A marcação era adiantada, mas não havia espaço para os contra-ataques do Palmeiras porque Walace, Geromel e Kannemann tinham a intuição para sair do lugar e bloquear os avanços de Moisés, Roger Guedes e Gabriel Jesus. O controle do jogo era absoluto e nem mesmo a maior posse de bola o Palmeiras conseguia conservar.
A 44 minutos, Luan bateu falta da esquerda, Geromel pulou mais alto do que Mina, mas seu cabeceio acertou o travessão. Na volta, Pedro Rocha empurrou de cabeça para a rede. E ainda houve a chance do terceiro. Walace disparou pela direita e serviu a Luan, que chutou ao lado da trave esquerda.
O ritmo foi mantido no começo da segunda etapa. Num único lance, Walace arrematou duas vezes, dentro da área. O Grêmio parecia disposto a consolidar uma vantagem que lhe daria folga no jogo de volta. Só que havia uma equipe mais aguda do outro lado, com a troca de Gabriel por Leandro Pereira. E foi o centroavante quem preparou a jogada que resultou no pênalti de Marcelo Grohe sobre Gabriel Jesus. Na cobrança, Zé Roberto descontou com um chute rasteiro.
O Grêmio seguiu ocupando o campo do Palmeiras. A tentativa seguinte foi de Luan, de longe, mas Jailson pegou. Aos 20 minutos, o árbitro Claudio Francisco Lima e Silva errou em não marcar falta de Gabriel Jesus sobre Edílson quando o lateral ingressava na área. A Arena inteira lamentou o gol perdido por Luan, a 25 minutos, em passe de Pedro Rocha.
Cuca quase pedia a seu time para que não avançasse. Com o gol marcado fora, apostava cada vez mais na estratégia de apostar em possíveis erros de marcação dos quais Dudu, Roger Guedes e Gabriel Jesus pudessem tirar proveito. Lucas Barrios teve a chance de empatar aos 41 minutos, mas Grohe salvou. Ficou tudo para o Alianz Parque.
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