Mas a regra não valeu para todos. Além do goleiro Marcelo Grohe, que está sempre no gramado, os reservas que entraram no decorrer da partida – Zé Roberto, Edinho e Maxi Rodríguez – participaram de um coletivo em campo reduzido. E, sob uma fina chuva caía em Porto Alegre, os três disputaram a atenção do técnico Enderson Moreira para ganhar a vaga deixada pelo meia Alán Ruiz, suspenso pelo terceiro cartão amarelo.
A mudança pode implicar em alteração no esquema. Edinho, se pisar no gramado do Morumbi, voltaria ao sistema com três volantes e deslocaria Riveros para atuar ao lado direito. Com Zé e Maxi, a tática muda pouco. De acordo com o zagueiro Bressan, a alteração, seja qual for, não mexe na forma como se comporta o sistema defensivo:
– Não muda muito com três (volantes), porque Ramiro e Riveros atuam de forma parecida a que acontece quando tem dois. Fizemos bons jogos com os dois (sistemas), não tenho preferência. O importante é que, sempre que o Enderson determinar um esquema, a gente saiba desempenhar bem.
Autor do gol de empate contra o Botafogo e que cedeu o lugar para que Maxi Rodríguez virasse o placar, Rodriguinho torce para que o uruguaio ganhe uma nova chance e aproveite a oportunidade. A concorrência, ele afirma, se conquista dentro de campo:
– Eu, no banco, estava torcendo muito para que ele fizesse o gol, que nos ajudasse a assumir a liderança. No futebol, são apenas 11, e quem está ali tem que se dedicar para assumir a posição – diz Rodriguinho.
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