A condição é consequência de um trabalho a médio prazo. A primeira tarefa foi adquirir condicionamento físico. Quando chegou, Ruiz pesava 87 quilos, segundo ele próprio — o que lhe rendeu os apelidos de Gordo e Nhonho por parte do capitão Barcos. Agora, em forma — mas sem revelar o peso —, o jogador consegue atuar por 90 minutos, como aconteceu na última rodada do Brasileirão contra o Santos.
— Ter uma semana a mais para trabalhar vai ser bom para preparar o time e também para recuperar fisicamente. Vínhamos muito cansados — diz o atleta.
A segunda parte é se adaptar ao sistema tático. Com Ruiz 100%, Enderson deve posicioná-lo pelo lado direito da linha de três armadores. A ideia é utilizar a perna esquerda para finalizar de longe e assistir o centroavante Barcos. Apesar de nunca ter atuado na posição, o jogador acredita que está apto para exercer a função dentro de campo:
— Tenho que ser útil ao técnico, em qualquer posição que ele ache melhor. Pela direita, nunca tinha jogado em nenhum clube. Mas conversei com o treinador e disse que me sentia à vontade de jogar pelos lados para ajudar o Barcos.
A escassez de gols nos últimos jogos, para ele, também é culpa de quem chega de trás, e não apenas do camisa 9.
— Creio que qualquer um pode assistir ou concluir. Não é culpa só dos atacantes — defende.
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